quinta-feira, 2 de julho de 2026

PÉROLAS DE ALBERT EINSTEIN: DIFICULDADES DE FALAR

 Einstein começou a falar após os dois anos. A demora foi tanta que seus pais ficaram tão preocupados com ele que decidiram consultar um médico. A dificuldade no uso da fala levou a empregada da família a apelidá-lo de "o pateta". Outros familiares seus o rotularam de "quase deficiente". Cada frase dita por ele, por mais simples que fosse, repetia para si mesmo movimentando os lábios. A dificuldade dele com a fala era tanta que muitas pessoas temiam que ele nunca conseguiria dominar a própria língua (Einstein por Walter Isaacson, pp. 27/28)

Comentário: alguns biógrafos de Einstein defendem que ele teria um grau leve de autismo. Talvez, por conta de comportamentos e características incomuns que ele tinha. A demora em falar talvez tenha sido um desses traços. Também o fato de Einstein ter sido alguém que não gostava de viver em grupos preferindo viver no seu mundo, isolado, e com pouquíssimos amigos. A Academia Olympia (que abordarei mais para frente) é um exemplo típico. Foi fundada por Einstein em 1902. Contava apenas com ele e mais dois amigos:  Conrad Habicht e Maurice Solovine. A finalidade da academia era discutir filosofia, literatura e física no apartamento de Einstein. No entanto, é preciso ressaltar que a maioria dos biógrafos não defendem a ideia de autismo. Para eles, Albert Einstein era uma pessoa comum, sem nenhum traço que indicasse a presença da deficiência. 

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