- A dívida pública ocorre quando a arrecadação é menor que os gastos decorrentes da prestação dos serviços públicos. Ela oscila em função, portanto, dos fluxos das receitas e do nível das despesas.
- Para cobrir o hiato fiscal - receitas menores que as despesas - os governos recorrem, primeiramente, a superávits de exercícios anteriores, isto é, a eventuais sobras de recursos de orçamentos anteriores. Somente se essas sobras não forem suficientes é que eles irão lançar-mão do endividamento.
- A solução de hiatos orçamentários com endividamento deve ser adotada com reservas. Porém, os investimentos financiados mediante a assunção de dívidas, proporcionam a geração de emprego e renda relevantes.
- Haynes (1990) afirma que o endividamento proporciona:
a) reduzir o stress fiscal dos governos;
b) velocidade na realização de projetos importantes de capital;
c) maior flexibilidade na forma de atender as necessidades públicas;
d) uma solução para atender às demandas dos gastos públicos sem elevar a tributação.
- Os fluxos da receita, gastos e da dívida impactam a distribuição, alocação e estabilização (Herbert, 1983).
- Segundo Llera (2003) o endividamento é justificado pela suficiência financeira e eficiência econômica. Ele garante a equivalência entre os fluxos dos custos com os benefícios; assegura a repartição da carga da dívida entre as gerações de contribuintes e impulsiona uma política de estabilização de juros, inflação e crescimento econômico.
- Em síntese, temos: os governos se endividam para:
1 - cobrir déficit orçamentário (admissível temporariamente e em situações emergenciais);
2 - financiar investimentos de capital (grandes construções como a de hidrelétricas, rodovias, refinarias, conjuntos habitacionais, etc.);
3 - financiar gastos emergenciais (enchentes, terremotos, seca, etc.);
4 - financiar atividades geradores de receita para o governo (as chamadas "Dívidas Auto-sustentáveis");
5 - cobrir desequilíbrios momentâneos entre receitas correntes e despesas correntes por meio das Antecipações de Receitas Orçamentárias (ARO's);
6 - refinanciar dívidas pendentes e que os cofres públicos não dispõe de fonte própria de recursos (rolagem da dívida). Nesse caso, os governos procuram alongar os prazos de vencimento e/ou alterar os encargos, a fim de ganhar mais fôlego financeiro no futuro.
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